O documento impõe o cumprimento de medidas cautelares. São elas:
- Monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira;
- Comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades;
- Proibição de sair ou mudar de endereço sem autorização judicial;
- Proibição de se ausentar da cidade sem prévia autorização;
- Proibição de manter contato com testemunhas arroladas no processo;
- Autorização de saídas exclusivamente para comparecer a atos processuais, quando intimada, e para levar os filhos ao médico, mediante comunicação prévia ao juízo.
Crime organizado
Ingride foi presa junto com Priscila Moreira Janis, que assumiu a chefia da organização criminosa, em 2022.
As investigações apontaram que, por adotar uma postura violenta, Priscila provocou uma divisão dentro do grupo.
Insatisfeitos com a quantidade de “salves” (punições internas) e “decretos” de morte ordenados por ela, os integrantes fundaram uma facção rival. A ruptura agravou a disputa pelo controle da região e resultou na morte de diversos membros do crime organizado.
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Ingrid Fontinelles e Priscila Moreira Janis foram presas em um shopping do Rio de Janeiro. — Foto: Reprodução
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